Em primeiro lugar, DESCULPAS a todos que sentiram falta das besteiras postadas por aqui.
Eu tenho que admitir que também não foi por pura preguiça, mas também por falta de assunto mesmo. Pensei em escrever sobre filmes, sobre livros, sobre tanta coisa, que no fim me senti insegura de escrever só o banal. Mas enfim, quem tem medo já quase morreu. Que venham a nova safra de tomates e frutas podres. ;]
1 - um dia eu tive a idéia de fazer uma pesquisa, pela Ufma msm, com a hipótese que não existem mais diferenças entre homem x mulher da nossa faixa etária jovem. De certa forma td mundo almeja as mesmas coisas: um bom estágio, um tempo pros amigos; se estressam qdo se sentem explorados, gastam suas preciosas horas livres com amigos, etc... Parecia até que foi armado!
Até fiquei desestimulada, ninguém respondia nada além do óbvio. Então, preparem-se: a segunda pesquisa vai ser em busca das divergências. :P
2- Uma discussão familiar veio atiçar o tema Aborto! E apesar dos mais idosos irem contra esse "homícidio contra seu filho" como disse miha avó, eu acredito que não é bem assim...
***Em primeiro lugar: tomemos por base que a decisão de abortar nunca é fácil. A mulher corre sérios riscos de morrer numa mesa de clínica clandestina qualquer e até mesmo em casa sem assitência nenhuma. Então pra ela chegar a essa conclusão, por mais que ela seja fria e que não ame o filho que carrega na barriga, ela pondera ao menos pela sua própria vida...
***Em segundo lugar: o Brasil é um país de maioria cristã e católica, onde o aborto é visto como homicídio e Deus é que sabe o destino de cada um. Bem, mas Deus também dá livre-arbítrio pra cada um decidir que rumo tomar na vida. O Brasil aplica a lei, legalizando o aborto, e aí faz quem quer. A mulher que vire-se depois com seus pecados, com Deus, o purgatório, com a consciência... O Estado não pode é privar - e pior, punir- a mulher que não deseja ter um filho. É um direito que cabe somente à mãe decidir. E que me perdoe os homens, mas infelizmente boa parte dos abortos que são feitos é justamente por falta de apoio do pai. A mulher é que sabe o que é carregar, cuidar, alimentar, vestir, educar um filho. Infelizmente ainda são poucos os pais que assumem a responsabilidade de educar um filho integralmente dando todo suporte necessário.
***Em terceiro lugar: a lei é ineficiente. Não é o fato da lei existir que impede a mulher decidir entre abortar ou não. Muitas delas morrem com hemorragias após aborto, outras por conta de barberagem de médicos-açougueiros, perdem o óvario, são multiladas e por assim vai. O aborto e complicações pós-cirurgia ainda são responsáveis por uma das principais causas de mortes entre as mulheres no Brasil. O Estado deve dar assistência a essas mulheres, não incriminá-las.
***Em quarto lugar: pesquisas na década de 80/90 em NY, no auge da violência daquele estado, verifiaram que não foi a política de investimento na polícia que diminuíram a violência, mas sim uma reivindicação feminista para a legalização do aborto. A confluência de pouca renda, muitos filhos e montante débitos resultavam na onda de marginalização de jovens que nas ruas e através de crimes buscavam sobreviver. Outro fato que atesta essa tese é que apenas nos países subdesenvolvidos o aborto é ilegal. Lógico que esta implicação é indireta.
A solução: eu e meus botões de carne e osso, estivemos pensando qual seria a solução pra esse dilema. Então cheguei ao Xis da questão: o problema é o sexo. A maioria das pessoas fazem sexo por lazer, não para procriarem como diz a Bíblia. Então, para tornar as coisas um tanto planejada (resolvendo o problema de planejamento familiar que o Gorverno não tem) e também sem deixar o cunho religioso, é que eu bolei uma concepção um tanto diferencianda: o casal disposto a ter um filho teria que primeiramente ir à igreja e agendar uma consulta com seu líder religioso. Daí, ele marcaria uma hora pra concepção divina (isso demoraria um certo tempo, pois as coisas no céu também são como na terra, super burocráticas). Marcada data e hora, o casal aparece na sua igreja e com as duas mãos dadas rezariam por 300 vezes esta frase: Deus, dê-me a honra de ter um filho abençoado por ti! E no final, se o casal fizesse a tarefa direitinho, sem uma prece a mais e nem uma a menos, eles ganhariam a bênção de Deus e a mulher já voltaria grávida pra casa.
Tudo muito planejado e com Deus no papel principal, como queria a Bíblia.
Eu duvido, como depois disso os abortos caíriam pra quase zero :)
Fantástico mundo de Bob totalllllllllllllllll! hahahahaha
1524232656232 doses de endorfina!
;)
Eu tenho que admitir que também não foi por pura preguiça, mas também por falta de assunto mesmo. Pensei em escrever sobre filmes, sobre livros, sobre tanta coisa, que no fim me senti insegura de escrever só o banal. Mas enfim, quem tem medo já quase morreu. Que venham a nova safra de tomates e frutas podres. ;]
1 - um dia eu tive a idéia de fazer uma pesquisa, pela Ufma msm, com a hipótese que não existem mais diferenças entre homem x mulher da nossa faixa etária jovem. De certa forma td mundo almeja as mesmas coisas: um bom estágio, um tempo pros amigos; se estressam qdo se sentem explorados, gastam suas preciosas horas livres com amigos, etc... Parecia até que foi armado!
Até fiquei desestimulada, ninguém respondia nada além do óbvio. Então, preparem-se: a segunda pesquisa vai ser em busca das divergências. :P
2- Uma discussão familiar veio atiçar o tema Aborto! E apesar dos mais idosos irem contra esse "homícidio contra seu filho" como disse miha avó, eu acredito que não é bem assim...
***Em primeiro lugar: tomemos por base que a decisão de abortar nunca é fácil. A mulher corre sérios riscos de morrer numa mesa de clínica clandestina qualquer e até mesmo em casa sem assitência nenhuma. Então pra ela chegar a essa conclusão, por mais que ela seja fria e que não ame o filho que carrega na barriga, ela pondera ao menos pela sua própria vida...
***Em segundo lugar: o Brasil é um país de maioria cristã e católica, onde o aborto é visto como homicídio e Deus é que sabe o destino de cada um. Bem, mas Deus também dá livre-arbítrio pra cada um decidir que rumo tomar na vida. O Brasil aplica a lei, legalizando o aborto, e aí faz quem quer. A mulher que vire-se depois com seus pecados, com Deus, o purgatório, com a consciência... O Estado não pode é privar - e pior, punir- a mulher que não deseja ter um filho. É um direito que cabe somente à mãe decidir. E que me perdoe os homens, mas infelizmente boa parte dos abortos que são feitos é justamente por falta de apoio do pai. A mulher é que sabe o que é carregar, cuidar, alimentar, vestir, educar um filho. Infelizmente ainda são poucos os pais que assumem a responsabilidade de educar um filho integralmente dando todo suporte necessário.
***Em terceiro lugar: a lei é ineficiente. Não é o fato da lei existir que impede a mulher decidir entre abortar ou não. Muitas delas morrem com hemorragias após aborto, outras por conta de barberagem de médicos-açougueiros, perdem o óvario, são multiladas e por assim vai. O aborto e complicações pós-cirurgia ainda são responsáveis por uma das principais causas de mortes entre as mulheres no Brasil. O Estado deve dar assistência a essas mulheres, não incriminá-las.
***Em quarto lugar: pesquisas na década de 80/90 em NY, no auge da violência daquele estado, verifiaram que não foi a política de investimento na polícia que diminuíram a violência, mas sim uma reivindicação feminista para a legalização do aborto. A confluência de pouca renda, muitos filhos e montante débitos resultavam na onda de marginalização de jovens que nas ruas e através de crimes buscavam sobreviver. Outro fato que atesta essa tese é que apenas nos países subdesenvolvidos o aborto é ilegal. Lógico que esta implicação é indireta.
A solução: eu e meus botões de carne e osso, estivemos pensando qual seria a solução pra esse dilema. Então cheguei ao Xis da questão: o problema é o sexo. A maioria das pessoas fazem sexo por lazer, não para procriarem como diz a Bíblia. Então, para tornar as coisas um tanto planejada (resolvendo o problema de planejamento familiar que o Gorverno não tem) e também sem deixar o cunho religioso, é que eu bolei uma concepção um tanto diferencianda: o casal disposto a ter um filho teria que primeiramente ir à igreja e agendar uma consulta com seu líder religioso. Daí, ele marcaria uma hora pra concepção divina (isso demoraria um certo tempo, pois as coisas no céu também são como na terra, super burocráticas). Marcada data e hora, o casal aparece na sua igreja e com as duas mãos dadas rezariam por 300 vezes esta frase: Deus, dê-me a honra de ter um filho abençoado por ti! E no final, se o casal fizesse a tarefa direitinho, sem uma prece a mais e nem uma a menos, eles ganhariam a bênção de Deus e a mulher já voltaria grávida pra casa.
Tudo muito planejado e com Deus no papel principal, como queria a Bíblia.
Eu duvido, como depois disso os abortos caíriam pra quase zero :)
Fantástico mundo de Bob totalllllllllllllllll! hahahahaha
1524232656232 doses de endorfina!
;)

2 comentários:
uaehuaheuhauahuaehuae
boom! gostei! ehuehuea
vamo voltar com os blog po!! o/
Fantástico mundo de Bobby?? kkkk
Nossa.. Isso lembra quando eu tinha 10 anos..Ou menos.. rsrsrsrs
Beijo
Tô de voltaaaa
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