Muito obrigada a todos os comentários do post anterior! Mesmo que muita gente ainda discorde de alguns aspectos abordados por mim, eu ainda tenho que reconhecer que não deixa de ser uma lisonja ter leitores assíduos no meu blog, ainda que tenha gente que leia, não comente, mas depois vem a mim com a típica frase “não acredito que tu teve coragem de escrever aquilo!!! Hahaha”
E foi justamente porque meu estilo “Let It Be” tem sido muito contestado e até pior, renomeado por outros por “galinha life style” que eu venho aqui explicar o que significa de fato este estilo de vida.
Sem mais delongas eu posso afirmar com convicção que o Let It Be é antes de qualquer coisa, um estilo de vida um tanto egocêntrico. Sim, pode parecer pouco altruísta o que eu digo, mas eu acredito que para você ser feliz ao lado de outra pessoa, é preciso primeiramente que você consiga ser feliz sem ela. Amor e dependência geram ciúmes, loucuras, crises e tudo mais de “um amor vazio” que os Paralamas do Sucesso tanto dizem em “Saber Amar”. Eu posso até pecar pela língua, até porque eu não sei se no dia de amanhã eu possa a vir me tornar alguém de atitudes controversas, mas eu sou totalmente contra aquele “namoro grude”. Aqueles que a tua amiga some do mapa, não sai mais com você e vive em função do fulaninho. Eu realmente reconheço que todo mundo quando está no início do namoro vira um pouco grude mesmo, mas eu defendo um ponto de individualidade saudável, onde você possa manter contato com os amigos, sair sem o namorado... Enfim, manter uma vida social de gente que está namorando, não gente que tem um marido mulçumano (não, pq tem gente que muda tanto quando namora que se o namorado pedir pra ela usar uma burca, é capaz dela aceitar e ainda achar lindo!) P.S.: Todo corno reincidente adora um namoro grude.
O segundo postulado do Let It Be é que sempre que você estiver em dúvida, faça a seguinte pergunta: Eu preciso mesmo disso? Sim, acredite mulher, você não sabe o quão importante é o poder dessa pergunta na sua vida! Vai livrar você desde compras supérfluas até de homens idem. Sim, tem certas situações que você finge não ver a solução, mas no fundo, todo mundo sabe a verdade. Todo mundo mesmo. Exemplo: o carinha é legal, vocês tem uma sintonia boa, mas ele vive indo e vindo, é todo indeciso, de dá umas explicações idiotas, mas você sente alguma coisa por ele, no fundo sente esperanças que ele um dia mude e queria algo sério contigo, mas você sabe perfeitamente do jeito como ele é. É aí que entra a pergunta: Você precisa realmente disso? De um cara que não se decide, que vive te enrolando? Você sabe que ele não quer namorar, então se quer algo sério, procure outro, o deixe como amigo e procure se manter bem longe das lorotas dele, saca?
Exemplo 2: O namoro é do tipo sanfona. Teu namorado já te colocou um monte de chifres, vc também já revidou e colocou outros, e o resultado é que ninguém pode demorar pra atender o telefone que já gera motivos pra uma guerra, pois ambos não tem mais confiança no outro. Pergunta: Você precisa disso? De um relacionamento cheio de nóias, chifres e falta de confiança? Cara, você não precisa disso, por mais que você tenha passado 10 anos namorando com ele, se vocês já chegaram a esse ponto onde n há mais um pingo de respeito, é difícil contornar. Então, siga em frente e tente recomeçar do zero.
Eu poderia fazer um novo post com os exemplos desse tipo “Você precisa disso?”, mas eu tenho que seguir para o terceiro ponto dessa questão.
O Let It Be tem sido duramente depreciado como “Galinha Way of Life”, o que n procede pois, ao contrário, o estilo Let It Be preza pela qualidade e não pela quantidade. Aliás, tipinhos tais como galinhas, são vistos como alerta vermelho, porque trazem toda uma onda de problemas que nós, os adeptos “letitbeanos”, queremos distância, principalmente o ficante que eu chamarei aqui de “usucapião”. Sim, é aquele que depois de um certo tempo se acha no direito de cobrar e questionar alguns comportamentos e/ou sentimentos seus, sendo que vcs, por algum motivo, não têm nada sério. Pra falar a verdade esse é o pior trouble do “fica” de hj, pq não se sabe até onde vc pode mesmo interferir na vida alheia. Mas eu esclareço: se for “fica” e se o assunto não te afetar diretamente, nunca se intrometa ou peça explicações. O tipo contrário de comportamento é costumeiro de gente sem noção.
O outro postulado vem ratificar que hoje todo mundo quer ficar, mas nem todo mundo deve. Isso pq tem gente que já tem um know-how, sabe até onde ir com certos tipos de pessoa, sabe quando fulaninho quer algo sério, quando tá só enrolando, enfim, tem gente que conhece as regras desse jogo - certamente um tanto complicado. Em contrapartida, tem gente que mal conhece fulaninho, vai logo fazendo planos, pensando em algo mais sério, ou seja, metendo os pés pelas mãos. E vai cantar “a vida não presta” de Leo Jaime todas as noites. De certa forma, essas pessoas não estão totalmente erradas em criar expectativas, porque é fato que muita gente aproveita da ingenuidade dos sentimentos alheios para fazer certas pessoas de steps, (isso tem aos montes!). Aliás, eu detesto aquele tipo de pessoa: “eu fui embora, mas eu nunca disse adeus”, que mesmo longe, ele fica alimentando esperanças, impedindo o outro de firmar um outro relacionamento. Esse é o ápice do egoísmo. Esse tipo de comportamento que eu chamo que “galinha life style”, o Let It Be é totalmente contra esse tipo de atitude. Em caso de dúvida, sempre se coloque no lugar do outro, a alteridade é infalível.
Outro ponto que foi questionado nos comentários é que eu não tenho mais conceitos morais sobre o matrimônio, o que é uma tremenda falácia. Eu seria hipócrita se falasse que não sonho em casar, ter filhos, viajar e ser muito feliz ao lado do meu marido, mas eu JÁ penso que se não acontecer dessa forma, não vai ser por isso que eu vou me tornar uma pessoa infeliz. Eu me responsabilizo pela minha felicidade, não importa se com marido, sem marido, com filhos ou sem.
Whatever, baby, permita-se viver e deixar a vida fluir. Let it be.
989861463498765131634 doses de endorfina!!!!!!!!!!!
E foi justamente porque meu estilo “Let It Be” tem sido muito contestado e até pior, renomeado por outros por “galinha life style” que eu venho aqui explicar o que significa de fato este estilo de vida.
Sem mais delongas eu posso afirmar com convicção que o Let It Be é antes de qualquer coisa, um estilo de vida um tanto egocêntrico. Sim, pode parecer pouco altruísta o que eu digo, mas eu acredito que para você ser feliz ao lado de outra pessoa, é preciso primeiramente que você consiga ser feliz sem ela. Amor e dependência geram ciúmes, loucuras, crises e tudo mais de “um amor vazio” que os Paralamas do Sucesso tanto dizem em “Saber Amar”. Eu posso até pecar pela língua, até porque eu não sei se no dia de amanhã eu possa a vir me tornar alguém de atitudes controversas, mas eu sou totalmente contra aquele “namoro grude”. Aqueles que a tua amiga some do mapa, não sai mais com você e vive em função do fulaninho. Eu realmente reconheço que todo mundo quando está no início do namoro vira um pouco grude mesmo, mas eu defendo um ponto de individualidade saudável, onde você possa manter contato com os amigos, sair sem o namorado... Enfim, manter uma vida social de gente que está namorando, não gente que tem um marido mulçumano (não, pq tem gente que muda tanto quando namora que se o namorado pedir pra ela usar uma burca, é capaz dela aceitar e ainda achar lindo!) P.S.: Todo corno reincidente adora um namoro grude.
O segundo postulado do Let It Be é que sempre que você estiver em dúvida, faça a seguinte pergunta: Eu preciso mesmo disso? Sim, acredite mulher, você não sabe o quão importante é o poder dessa pergunta na sua vida! Vai livrar você desde compras supérfluas até de homens idem. Sim, tem certas situações que você finge não ver a solução, mas no fundo, todo mundo sabe a verdade. Todo mundo mesmo. Exemplo: o carinha é legal, vocês tem uma sintonia boa, mas ele vive indo e vindo, é todo indeciso, de dá umas explicações idiotas, mas você sente alguma coisa por ele, no fundo sente esperanças que ele um dia mude e queria algo sério contigo, mas você sabe perfeitamente do jeito como ele é. É aí que entra a pergunta: Você precisa realmente disso? De um cara que não se decide, que vive te enrolando? Você sabe que ele não quer namorar, então se quer algo sério, procure outro, o deixe como amigo e procure se manter bem longe das lorotas dele, saca?
Exemplo 2: O namoro é do tipo sanfona. Teu namorado já te colocou um monte de chifres, vc também já revidou e colocou outros, e o resultado é que ninguém pode demorar pra atender o telefone que já gera motivos pra uma guerra, pois ambos não tem mais confiança no outro. Pergunta: Você precisa disso? De um relacionamento cheio de nóias, chifres e falta de confiança? Cara, você não precisa disso, por mais que você tenha passado 10 anos namorando com ele, se vocês já chegaram a esse ponto onde n há mais um pingo de respeito, é difícil contornar. Então, siga em frente e tente recomeçar do zero.
Eu poderia fazer um novo post com os exemplos desse tipo “Você precisa disso?”, mas eu tenho que seguir para o terceiro ponto dessa questão.
O Let It Be tem sido duramente depreciado como “Galinha Way of Life”, o que n procede pois, ao contrário, o estilo Let It Be preza pela qualidade e não pela quantidade. Aliás, tipinhos tais como galinhas, são vistos como alerta vermelho, porque trazem toda uma onda de problemas que nós, os adeptos “letitbeanos”, queremos distância, principalmente o ficante que eu chamarei aqui de “usucapião”. Sim, é aquele que depois de um certo tempo se acha no direito de cobrar e questionar alguns comportamentos e/ou sentimentos seus, sendo que vcs, por algum motivo, não têm nada sério. Pra falar a verdade esse é o pior trouble do “fica” de hj, pq não se sabe até onde vc pode mesmo interferir na vida alheia. Mas eu esclareço: se for “fica” e se o assunto não te afetar diretamente, nunca se intrometa ou peça explicações. O tipo contrário de comportamento é costumeiro de gente sem noção.
O outro postulado vem ratificar que hoje todo mundo quer ficar, mas nem todo mundo deve. Isso pq tem gente que já tem um know-how, sabe até onde ir com certos tipos de pessoa, sabe quando fulaninho quer algo sério, quando tá só enrolando, enfim, tem gente que conhece as regras desse jogo - certamente um tanto complicado. Em contrapartida, tem gente que mal conhece fulaninho, vai logo fazendo planos, pensando em algo mais sério, ou seja, metendo os pés pelas mãos. E vai cantar “a vida não presta” de Leo Jaime todas as noites. De certa forma, essas pessoas não estão totalmente erradas em criar expectativas, porque é fato que muita gente aproveita da ingenuidade dos sentimentos alheios para fazer certas pessoas de steps, (isso tem aos montes!). Aliás, eu detesto aquele tipo de pessoa: “eu fui embora, mas eu nunca disse adeus”, que mesmo longe, ele fica alimentando esperanças, impedindo o outro de firmar um outro relacionamento. Esse é o ápice do egoísmo. Esse tipo de comportamento que eu chamo que “galinha life style”, o Let It Be é totalmente contra esse tipo de atitude. Em caso de dúvida, sempre se coloque no lugar do outro, a alteridade é infalível.
Outro ponto que foi questionado nos comentários é que eu não tenho mais conceitos morais sobre o matrimônio, o que é uma tremenda falácia. Eu seria hipócrita se falasse que não sonho em casar, ter filhos, viajar e ser muito feliz ao lado do meu marido, mas eu JÁ penso que se não acontecer dessa forma, não vai ser por isso que eu vou me tornar uma pessoa infeliz. Eu me responsabilizo pela minha felicidade, não importa se com marido, sem marido, com filhos ou sem.
Whatever, baby, permita-se viver e deixar a vida fluir. Let it be.
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